“Caim
trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor”
(Gênesis
4.3)
A
Bíblia fala sobre Caim, enfatizando que o Senhor rejeitou a sua oferta, que
consistia em produtos da terra – Caim era agricultor. Em face disso, Caim ficou
muito irado (Gênesis 4.3-5). Neste post,
mostramos três lições que extraímos desse evento bíblico.
1. A
oferta de Caim nos ensina que os caminhos do ser humano estão em desarmonia com
a vontade de Deus, uma vez que sua vida e o que ele oferta a Deus não apontam
para Jesus. O texto sagrado deixa isso mais claro quando pontua: “Os caminhos de vocês não são os meus caminhos, diz o
Senhor” (saías 55.8), numa evidente demonstração de que o ser humano,
sem a aceitação de Cristo como Senhor e Salvador, não pode agradar a Deus.
Assim, a oferta de Caim foi rejeitada por Deus para que compreendêssemos que a
nossa aceitação por Deus depende da nossa aceitação a Cristo, algo que os
frutos da terra, oferecidos por Caim, não traduziam.
2. A
oferta de Caim nos ensina que o melhor que o ser humano pode oferecer a Deus
não tem valor nenhum sem Cristo. Os frutos da terra oferecidos por Caim
representam a vida moral do ser humano e sua conduta em relação a Deus e aos
homens. Ele pode ser íntegro e sincero em sua vida diária; pode fazer o bem,
ajudar alguém, etc. mas sem viver uma relacionamento pessoal com Cristo nada
disso valerá diante de Deus. As palavras de Jesus, neste sentido, continuarão
ecoando na mente e no coração dessas pessoas: “se
alguém não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus” (João 3.3). Então,
não é essencial apenas ter uma atitude moral aceitável diante de Deus, mas uma
vida de aceitação a Cristo, marcada por uma entrega pessoal e pelo novo
nascimento espiritual
3. A oferta
de Caim nos ensina que religião sem Cristo é um caminho falso. Em outras
palavras, ir a uma igreja e participar de suas liturgias não garante salvação a
ninguém. Tal ação é boa e aceitável socialmente. No entanto, Cristo deve ser o
centro de nossa vida quando o foco for religiosidade e serviço a Deus: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as
coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Coríntios 5.17).
Dessa forma, Nem toda religiosidade é adoração aceitável a Deus. Caim também
ofereceu algo, mas isso não garantiu a aprovação divina. A lição é clara:
práticas religiosas sem a centralidade da pessoa de Cristo não substituem um
relacionamento sincero e verdadeiro com Deus.
Portanto,
a oferta de Caim nos ensina que, qualquer meio religioso ou moral que
utilizemos para nos aproximar de Deus e viver com ele um relacionamento é
reprovado se não for mediante a pessoa bendita do Senhor Jesus, o único
mediador entre Deus e os homens (1 Timóteo 2.5).
A Bíblia ainda fala!